A arte de lapidação dos enólogos| Descobertas Essenciais | Clube Wine | Wine.com.br

Perito em esculpir e aperfeiçoar a elaboração de vinhos: essa poderia ser a descrição do trabalho do enólogo. Esse profissional, que combina ciência e arte, é o responsável por gerir todos os procedimentos relacionados ao processo de produção da bebida. Em sua rotina costuma planejar, supervisionar e coordenar a produção dos rótulos provenientes de uvas selecionadas e, no meio disso tudo, coloca amor e dedicação pelo que faz.

No Brasil, a profissão só foi regulamentada em 2007 e reúne um blend de conhecimentos: biologia, química, análise sensorial, botânica, agrometeorologia, entre outros saberes específicos do campo de atuação. Não é fácil, mas para se chegar a um bom vinho, esses especialistas não poupam esforços.

Levando para o lado da história, ainda que não sejam dados totalmente precisos, há relatos sobre pessoas que tiveram papel primordial na consolidação dessa profissão. Entre elas o cientista francês Louis Pasteur, que descobriu e aprimorou processos bioquímicos relacionados à fermentação; Jean Antoine Chaptal, que criou o processo de adição de açúcar ao vinho para aumentar seu teor alcoólico; e Emile Peynaud, conhecido como pai da enologia moderna, que escreveu o “Tratado de Enologia”, uma riquíssima obra com técnicas de vinificação no mundo todo.

Entre reconhecimentos e obrigações, o enólogo é um profissional que precisa estudar muito, trabalhar duro, mas que também tem oportunidade de se maravilhar entre vinhas belíssimas, cachos de uva e experimentações de vinho.

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