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Dicas

Como ler rótulos de vinhos argentinos

23 março 2016
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Chegou a vez de aprender sobre as tipicidades por trás dos rótulos de vinhos argentinos. Confira.

Apesar da produção e consumo de vinhos na Argentina remontarem a mais de quatrocentos anos, quando as primeiras uvas foram inseridas por colonizadores espanhóis no início do século XVI, o país latino é considerado como novato no ramo quando comparado aos europeus.

Assim como o Chile, os argentinos não possuem um rígido sistema de leis para fiscalizar o vinho, do plantio da uva ao produto finalizado. Porém, existem alguns termos que também são utilizados por lá e que estão diretamente ligados a esse meio, como Denominação de Origem Controlada (D.O.C.).

D.O.C. é o nome que identifica os produtos originados em uma determinada região, que têm qualidades singulares e que são resultado do trabalho feito na dimensão geográfica de onde eles vêm, incluindo os fatores naturais e humanos envolvidos na sua produção.

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Na Argentina, Luján de Cuyo é a D.O.C. de destaque, a primeira a ser criada na América. Nessa localidade, encontramos um vinho de expressão mineral, fazendo-se notar particularmente a fruta negra e as especiarias doces, ao passo que em Tupungato, Tunuyán e San Carlos (Valle de Uco), a expressão da Malbec, uva mais cultivada no país, é mais elegante, mostrando notas de especiarias e florais.

Em Luján de Cuyo, existe até um Conselho da Denominação de Origem Controlada, uma associação civil, sem fins lucrativos, formada por viticultores e vinicultores regionais, criada em 12 de outubro de 1989. O intuito era proteger, promover e divulgar as castas da casa, principalmente a Malbec.

Fora isso, os rótulos dos países do novo mundo costumam seguir o mesmo padrão, visto que não existem leis para controle. Por isso, normalmente, apresentam:

Dica de leitura:  Vinhas velhas

– Nome do vinho – geralmente composto pelo nome da linha + uva ou blend + região/país + safra.

– Nome da vinícola

– Região e país produtor

Nos vinhos argentinos, também é comum os contra-rótulos trazerem notas de degustação sobre a bebida, alguma história da vinícola e informações exigidas por lei, tais como a graduação alcoólica e o conteúdo líquido da garrafa.

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Escrito por: Taimmy Rodrigues

Sommelière, capixaba, com formação em História, Alta Gastronomia e em vinhos pela WSET.