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Dicas

Como ler rótulos de vinhos brasileiros

20 maio 2016
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Chegou a vez de aprendermos sobre os termos encontrados nos nossos rótulos. Saiba mais.

Nossa legislação de rotulagem é complexa e tem alguns termos exclusivos que devem constar entre as informações de rótulo, mas vamos tentar explicar de forma simplificada as principais delas.

Entre as informações exigidas, algumas são comuns a qualquer rótulo de qualquer país, como o nome do vinho, nome e endereço do produtor, o país de origem (indústria brasileira, no nosso caso), o conteúdo (expresso em mililitros – ml) e a graduação alcoólica (expressa em porcentagem de volume alcoólico).

Alguns outros itens que nossa legislação requer são:

– O número de registro

Todo rótulo deve apresentar o número do produto registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

– Os ingredientes

A matéria prima, a uva, e os aditivos . Nos vinhos finos, é comum encontrarmos: “Elaborado a partir da fermentação de uvas viníferas frescas”.

– O Lote

A identificação do lote facilita na localização dos rótulos em casos de problemas com o produto.

– A Validade

O prazo de validade que, no caso do vinho, é “indeterminado”.

– Frases de advertência

Dica de leitura:  Dia da Europa

No caso do vinho, as frases são sobre o fato de não conter glúten e sobre o consumo de bebida alcoólica.

– Denominação e classificação do produto

A denominação é sempre o nome do produto, ou seja, vinho. Já dentro das classificações do produto, encontramos a de classe, a de cor e a de teor de açúcar.
Quanto à classe, ele pode ser: de mesa, leve, fino, espumante, frisante, gaseificado, licoroso, composto.
– Quanto à cor: tinto, rosado (rosé ou clarete) e branco.
– Quanto ao teor de açúcar: nature, extra-brut, brut, seco (sec ou dry) meio doce (meio seco ou demi-sec), suave e doce. A questão do teor de açúcar nós já comentamos em um outro post. Saiba mais aqui.

Vale ressaltar que, segundo a nossa legislação, vinho “de mesa” é aquele com teor alcoólico de 8,6% a 14%. Ou seja, não especifica a uva utilizada na sua produção, podendo ser tanto do grupo da americanas quanto das variedades Vitis vinífera.

Quando elaborado com variedades Vitis vinífera, ele tem que conter na sua classificação a palavra “fino” ou a expressão “de viníferas”. Caso não as encontre, então há a possibilidade de ser um vinho elaborado com uvas do grupo das americanas.

Dica de leitura:  7 vinhos brasileiros que você precisa provar

Só para exemplificar, segue como entender a apresentação de um vinho:

VINHO (denominação)

TINTO (cor)

DE MESA (com teor alcoólico de 8,6% a 14%)

FINO (elaborado com variedades Vitis vinífera)

Há também informações que são do interesse do apreciador de vinhos que não são obrigadas a constar nos rótulos pela legislação brasileira, como por exemplo, as relacionadas ao amadurecimento do vinho (ex: reserva, gran reserva). Outra que não é obrigatória é a menção da região de produção ou da denominação de origem.

São muitas informações e, para facilitar, elas têm sua exibição dividida entre o rótulo (vista principal) e o contrarrótulo da garrafa.

Agora você já sabe tudo o que precisa para interpretar as informações dos rótulos brasileiros. Hora de degustar!

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Escrito por: Bia Miranda

Redatora e revisora da Wine, além de perdidamente apaixonada - e curiosa - pelo mundo do vinho.