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Curiosidades

Entrevista: Karol Conka fala sobre vinhos

26 fevereiro 2020
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Para a cantora Karol Conka, vinho é sinônimo de magia e de poder – e isso vale para o trabalho e para a vida fora dele

Aos 36 anos, Karoline atende por Karol Conka. A artista alçada ao sucesso em 2013, com seu primeiro álbum, Batuk Freak, lançou um ano depois o single que consolidou seu início de trajetória: o arrasa-quarteirão “Tombei”.

Em 2018, foi a vez do disco Ambulante, que inclui a faixa “Saudade”, composta ao sabor de um vinho branco do qual ela não recorda o nome, mas tem na ponta da língua uma de suas variedades favoritas, a branca Torrontés .

Saiba mais sobre a carreira e a relação da cantora com o vinho:

O vinho já fez parte do seu processo de criação?
Sim! Por exemplo, em uma tarde de janeiro de 2018, estávamos eu e o [produtor musical] Boss In Drama em casa. Os raios de sol entravam pela janela e senti um clima mais reggae, com o incenso aceso e o vinho que tomávamos.

Ficamos meia hora pirando com aquele vinho branco, infelizmente não me lembro o nome. Então, o Boss começou a tocar o tecladinho e a letra do single “Saudade” veio na hora pra mim, praticamente um freestyle, eu com o microfone e ele fazendo as batidas no improviso. A música foi feita em dois minutos e meio, sem ter sido escrita antes no papel. Ficamos muito felizes e finalizamos com outra taça de vinho.

Dica de leitura:  Para harmonizar: vinho ou cerveja?

É o famoso poder do vinho [risos]…
Gente, o vinho é muito poderoso! Pessoas que nunca experimentaram e me veem com vinho no camarim acabam tomando um gole comigo e nunca mais largam o hábito.

É um ritual meu, antes do show, comer queijo brie acompanhado de um vinho Chardonnay. É uma bebida que não nos derruba, faz a gente navegar. O poder do vinho está no sabor que vem da simplicidade de uma fruta, a uva, que é linda, fofinha e dá vida a essa bebida que me deixa mais solta e espontânea do que sou. É uma magia.

E quando você se rendeu a essa magia?
Em 2013, quando fui a Paris, experimentei um vinho aqui, outro ali, saboreando diferentes pratos. Lá, tomei gosto por salada acompanhada de vinho, sempre branco. Macarrão à bolonhesa vai bem com tinto.

E também curto salada de fruta acompanhada por um bom Torrontés. Gosto muito também do Sauvignon Blanc. Antes de namorar ou ir a algum encontro, gosto de uma taça de tinto, e opto por rosé por causa da coloração, quando estou com amigas em algum restaurante.

Dica de leitura:  Quem inventou o vinho?

No frio é mais gostoso curtir um vinho?
Além de ser gostoso, o vinho nos esquenta. Quando é tinto, curto, no máximo duas taças. Já o branco, bem mais [risos]. Os amigos e minha mãe costumam me presentear com vinhos, gosto bastante de apreciá-los em casa.Tenho uma estante que funciona como adega, onde estão cerca de 15 rótulos Curto também comprar aquelas garrafinhas pequenas de tinto, porque são fáceis de levar em viagens. Às vezes também escolho vinhos atraída pela arte do rótulo, a delicadeza da escrita, e adoro garrafas de vinho! Tenho muita vontade de fazer um tour em uma vinícola para ver como funciona o processo todo.

> Confira a entrevista completa na edição 122 (fevereiro de 2020) da Revista WINE.

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Por Rodrigo Cardoso

Escrito por: Wine