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Sommelier Wine

Volta ao mundo em 8 vinhos do Novo Mundo

11 dezembro 2015
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Conheça os principais países do Novo Mundo através de oito vinhos.

África do Sul

Atualmente o sétimo maior produtor mundial de vinhos, a África do Sul mostra que os mais de 350 anos de história com a vitivinicultura estão, cada vez mais, dando bons frutos. Marcados pela influência de holandeses, alemães, franceses e italianos, seus vinhos refletem as tradições do Velho Mundo, influenciados pelo estilo contemporâneo do Novo Mundo. O país produz vinhos de diferentes estilos, mas os brancos são o destaque. Assim como o Neethlingshof Estate Collection the Six Flowers 2016.

Neethlingshof Short Story Collection The Six Flowers 2016Um branco intenso que une seis variedades de uvas. Apresenta aromas intensos de frutas cítricas, notas herbáceas, florais, minerais e de chá de ervas. No paladar, mostra sabores expressivos, acidez equilibrada, bom corpo, e final longo.

Argentina

As excelentes condições de solo, natureza e clima, além das uvas privilegiadas, tornaram a Argentina um dos polos mais atrativos para a produção de vinhos. Não à toa, o país é o quinto maior produtor – e consumidor – da bebida, no mundo. Nos últimos anos, o investimento em modernas técnicas de vinificação e no cultivo de castas europeias nobres garantiu ainda mais qualidade para os rótulos argentinos, que passaram a ganhar maior destaque no cenário mundial. Bom exemplo é o Goulart Grand Vin Malbec Single Vineyard 2009.

Goulart Grand Vin Malbec Single Vineyard 2009Generoso e imponente, é elaborado com uvas provenientes de videiras com 95 anos de idade em Lulunta, um terroir único dentro da já afamada região de Luján de Cuyo. Apresenta aroma sedutor, paladar carnudo e intenso.

Austrália

O país que já foi colônia inglesa é, hoje, umas das nações mais ricas do mundo e berço de ótimos vinhos. Dentre as principais regiões vitivinícolas da Austrália está a South Australia (Austrália do Sul) que engloba o maior número de sub-regiões reconhecidas e representa cerca de 60% de todo o vinho produzido no país, com diferentes níveis de qualidade. A Austrália já é o quinto maior exportador de vinhos do mundo. Para degustar, Yellow Tail Chardonnay 2016.

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Yellow Tail Chardonnay 2014Branco aromático, com notas de pêssego e melão, leve e com bom frescor. A marca é a terceira mais vendida do mundo e a primeira nos Estados Unidos, país no qual ficou marcada por trazer os consumidores de cerveja para o mercado de vinhos.

Brasil

A tradição europeia com o mundo dos vinhos, trazida ao Brasil pelos imigrantes, aliada ao investimento em inovação, deu origem a exemplares com personalidade única. Hoje, a área de produção vitivinícola no Brasil já soma 83,7 mil hectares e são mais de 1,1 mil vinícolas brasileiras. O país se consolidou como o quinto maior produtor da bebida no Hemisfério Sul e vem ganhando, cada vez mais, espaço entre a crítica especializada. Aqui, vale destacar os bons espumantes nacionais, como o Espumante Salton Reserva Ouro.

Espumante Salton Reserva OuroCom aroma de abacaxi, baunilha e notas de fermento,  esse exemplar, produzido em um dos melhores terroirs para espumante do mundo, a Serra Gaúcha, possui um paladar seco, refrescante e muito cremoso.

Chile

Os primeiros vinhedos registrados na história do Chile foram plantados no início do século XVI. O país é privilegiado, quando se trata da produção de vinho, pois tem diversidade de solos, água de qualidade vinda dos Andes e barreiras naturais que contribuem diretamente para o sucesso de seus vinhos. O Vale do Maipo, região de inúmeros atributos enológicos, concentra o maior número e as mais antigas de vinícolas chilenas. Por lá, são elaborados vinhos icônicos, como o Almaviva EPU 2014.

Frutas vermelhas e negras maduras como cassis, notas de baunilha, alcaçuz e caramelo são os aromas desse tinto complexo, volumoso, com taninos presentes, toque aveludado e final persistente.

EUA

O grande destaque dos EUA, quando falamos em vinho, é a Califórnia. A vinicultura na região remonta a meados do século 19 e fez história com o Julgamento de Paris, degustação às cegas ocorrida em 1976 que nomeou vinhos californianos superiores a renomados rótulos franceses. De lá para cá, a combinação de clima e solo da Califórnia fez do país o quarto maior produtor mundial da bebida, com mais de 3.000 vinícolas ativas. Um representante do potencial da região é o Bridlewood Monterey Pinot Noir 2014.

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Bridlewood Monterey Pinot Noir 2012Diferente dos vinhos tradicionais da Borgonha, esse tinto expressa a Pinot Noir em seu estilo americano. É um vinho de aromas ricos com notas de frutas, floral e caramelo, com paladar macio e fresco.

Nova Zelândia

A Nova Zelândia começou a ter seu nome projetado internacionalmente no mercado de vinhos a partir da década de 80, graças às propriedades incomuns que a uva francesa Sauvignon Blanc adquiriu no terroir neozelandês. O vinho do país é caracterizado por sua pureza, vivacidade e intensidade. O longo período de maturação – resultado de baixas temperaturas – permite o desenvolvimento de sabor, mantém a acidez fresca e o equilíbrio pelo qual são famosos. Para comprovar, o Cloudy Bay Sauvignon Blanc 2015.

Abacaxi, maçã verde, notas de limão, ervas frescas e toque floral, são os aromas desse vinho de acidez marcante, boa presença em boca e saboroso final.

Uruguai

As primeiras uvas viníferas foram cultivadas no Uruguai há mais de 250 anos. A produção de vinhos com fim comercial, entretanto, só começou na segunda metade do século XIX. Pelas características climáticas, especialmente a influência marítima, o Uruguai é comparado com a região de Bordeaux, na França. Atualmente, seus vinhos são muito apreciados ao redor do mundo, especialmente os que são elaborados com a Tannat. A casta francesa é a principal uva no país. Vale a pena degustar: Angel’s Cuvée Ripasso de Tannat 2008.

Angel's Cuvée Ripasso de Tannat 2008Para quem busca por intensidade de sabores e aromas, esse tinto traz geleia de frutas, cacau, marmelada e amêndoas, com um paladar robusto, macio e com longo final. Um vinho marcante, que não passa indiferente pelos nossos sentidos.

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Escrito por: Ana Cristina Fulgêncio

Formada em Bioquímica Agrícola e em Viticultura e Enologia, já atuou em vinícolas, desde a elaboração até a venda do produto final.