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Enoturismo

As seis aclamadas denominações do mundo do vinho

14 junho 2019
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As características que tornam algumas regiões as mais desejadas por quem é apaixonado por esse universo.

Existe uma enorme diversidade de regiões produtoras de vinho em todo mundo, mas algumas delas se destacam bastante por suas características e, consequentemente, produzem rótulos que são desejados por quem é apaixonado por vinho.

Confira uma seleção das seis aclamadas denominações do mundo do vinho e conheça seus atributos marcantes.


Barolo, Itália
Conhecido como “o vinho dos reis, e o rei dos vinhos”, Barolo é uma denominação situada no Piemonte, noroeste da Itália. Essa região detém algumas áreas muito pequenas e específicas, que possuem um terroir ainda mais excepcional, conhecidas como “crus de Barolo”.

Em 1980, a região conquistou o título de Denominação de Origem Controlada e Garantida (D.O.C.G.), o nível mais alto de classificação dos vinhos italianos.

Entre as suas específicas regras de produção está o amadurecimento, que deve ser no mínimo de 38 meses, sendo que 18 precisam ser em madeira. Já o Barolo Reserva, o amadurecimento mínimo é de 62 meses, sendo que 18 também precisam ser em madeira.

Tido como um dos vinhos tintos mais cobiçados do mundo, esse exemplar é produzido exclusivamente com a uva Nebbiolo. Complexo e com personalidade marcante, de forma geral, o Barolo possui uma alta concentração de taninos, elevada acidez, e muita intensidade aromática, destacando frutas, floral, folhas secas, notas de trufas, tabaco e especiarias.

Vinhos
Beni di Batasiolo Bricco di Vergne DOC Dolcetto Dalba 2017
Beni di Batasiolo DOC Barolo 2014

Bourgogne, França
Uma das regiões de maior destaque no mundo do vinho, a Bourgogne é famosa por suas específicas Denominações de Origem e também por suas uvas como a Chardonnay e a Pinot Noir.

Situada no leste do país, essa região é famosa tanto pela produção de vinhos tintos, quanto pelos brancos. Bourgogne também dá vida a espumantes, como os exemplares elaborados pelo método tradicional, na denominação Crémant de Bourgogne.

Além das famosas classificações Premier Cru e Grand Cru, a região também é conhecida mundialmente por suas específicas denominações, como Beaujolais, Beaune, Chablis, Pouilly-Fuissé, Meursault, Chassagne-Montrachet, Gevrey-Chambertin, Pommard, entre outras.

Vinhos
Louis Bouillot AOC Cremant de Bourgogne
Ropiteau AOC Freres Pouilly Fuisse Blanc 2015
Ropiteau Freres AOC Meursault Blanc 2015
Ropiteau Freres Premier Cru AOC Chassagne Montrachet 2012
Ropiteau Freres AOC Gevrey Chambertin Rouge 2014


Bordeaux, França
Localizada no sudoeste da França, Bordeaux é uma das regiões vitivinícolas mais importantes do mundo do vinho. Os aclamados castelos, a renomada Classificação de 1855 com seus Grands Crus Classés e a grande tradição são apenas alguns exemplos que fazem deste território francês uma referência mundial.

Entre as mais famosas denominações da região estão Saint-Émilion, Saint-Estèphe, Pomerol, Margaux, Pauillac, Haut-Médoc, Pessac-Léognan, entre outras.

A região possui um dos blends mais famosos do mundo, chamado corte bordalês, que traz a clássica combinação de Merlot com Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc, podendo a Malbec e/ou a Petit Verdot entrarem em proporções menores.

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Versátil, essa região é capaz de dar vida a exemplares de longa guarda, mantendo a tradição de anos e, também, mostra a inovação em rótulos jovens e modernos. Bordeaux dá vida a exemplares tintos, brancos, rosés, espumantes e também vinhos de sobremesa, como os renomados Sauternes.

Vinhos
Château Pilet AOC Bordeaux 2016
L’esprit de Chevalier Blanc 2014
Château Latour a Pomerol AOC Pomerol 2004
Château Lynch Bages 2015
Château La Fleur Petrus 2014


Champagne, França

O espumante mais famoso do mundo está ligado a uma localização geográfica específica, a região de Champagne, na França. Entre as regras de produção está o método Champenoise, também chamado de Tradicional ou Clássico, que se diferencia por ter a segunda fermentação feita dentro da própria garrafa.

O champagne pode ser branco ou rosé, e deve ser elaborado apenas com uvas autorizadas pela denominação, entre brancas e tintas estão a Chardonnay, Pinot Noir, Pinot Meunier, Pinot Blanc, Pinot Gris, Arbane e Petit Meslier, sendo as 3 primeiras, as mais utilizadas.

Quando são utilizadas apenas uvas brancas na elaboração, o champagne é especificado como “blanc de blancs”, ou seja, espumante branco feito com uvas brancas. Quando são feitos com uvas tintas, são chamados de “blanc de noirs”, espumante branco feito com uvas tintas.

Existem diferentes estilos de champagne, os mais nobres são provenientes de parcelas de vinhedos específicas ou de áreas que possuem um terroir excepcional, chamadas de “cru”. Entre os mais nobres também estão os exemplares safrados.

Entre as regras da denominação, está o amadurecimento sobre as borras, que deve ser no mínimo de 15 meses para os exemplares não safrados e 3 anos para o champagne safrado.

Entre as características marcantes desse nobre espumante estão a cremosidade, a boa acidez, as notas de frutas, fermento e brioche.

Vinhos
Champagne Montaudon Brut
Champagne Moët Chandon Imperial Brut
Champagne Jacquart Blancs de Blancs Brut 2012
Champagne Veuve Clicquot Rosé Brut com Cartucho


Porto, Portugal
Tido como o vinho licoroso mais famoso do mundo, o vinho do Porto é elaborado especificamente na Região Demarcada do Douro, em Portugal.

Para obter o vinho do Porto, durante o seu processo de elaboração é adicionada aguardente vínica, uma bebida feita através da destilação do vinho. O objetivo de adicioná-la durante ou após a fermentação do Vinho do Porto, é aumentar a sua graduação alcoólica. Quando essa adição ocorre durante, a fermentação é interrompida, pois as leveduras morrem devido ao alto grau de álcool.

Com isso, o vinho fica com uma quantidade maior de açúcar residual, simplificando, ele será mais adocicado no paladar. Quando a adição da aguardente vínica ocorre apenas no final da fermentação, ou seja, quando a levedura cumpriu a sua função de consumir o açúcar da uva, o vinho terá um paladar seco.

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Existem dois estilos de Vinho do Porto tintos, o Ruby e o Tawny. Cada um desses estilos possuem subcategorias bem específicas, divididas em:
Ruby: Ruby, Ruby Reserva, Late Bottled Vintage (LBV) e Vintage.
Tawny: Tawny, Tawny Reserva, Tawny com indicação de idade (10, 20, 30 e 40 anos) e Colheita.

Além desses estilos de tintos, também existem os vinhos do Porto Branco e Rosés. Os brancos também possuem subcategorias: Branco Reserva e Branco com indicação de idade (10, 20, 30 ou 40 anos).

De uma forma abrangente, os exemplares da categoria Ruby tendem a ter uma tonalidade tinta mais escura e intensa, e a preservar mais os aromas frutados, principalmente os que integram as subcategorias mais jovens. Já os rótulos da categoria Tawny trazem características de evolução e oxidação, que vão desde a sua tonalidade que tende a ser mais clara, aos aromas que destacam frutas secas.

Dentre todos, o Vintage é considerado o rei dos vinhos do Porto. O Porto Vintage, que está no topo da categoria Ruby, é safrado, ou seja, feito com uvas colhidas em um ano específico. Ele só é elaborado em safras tidas como excepcionais e com uvas cuidadosamente selecionadas. O Vinho do Porto Vintage, é o único Vinho do Porto entre todos, que tem potencial para envelhecer longos anos em garrafa.

Vinhos
Porto Burmester Extra Dry White
Porto Burmester Jockey Club Reserve Tawny
Porto Burmester 10 Years Old
Porto Burmester 20 Years Old


Rioja, Espanha
Localizada no norte da Espanha, Rioja está nas duas margens do rio Ebro. Tida como a mais antiga Denominação de Origem da Espanha, oficializada em 1925, foi a primeira região a integrar a categoria máxima entre as denominações do país, ao obter, em 1991, o título de Denominação de Origem Qualificada (D.O.Ca.).

A região produz tintos, rosés e brancos tranquilos (vinhos sem a presença de gás) e também espumantes brancos e tintos.

Dividida em três áreas, Rioja Alta, Rioja Alavesa e Rioja Oriental, essa região tem a Tempranillo como a uva tinta mais cultivada na região, ocupando 87% dos vinhedos. Já entre as variedades brancas, a Viura é a principal, com 70% dos vinhedos.

Uma das marcas de Rioja são as suas tradicionais, e bem definidas, categorias de envelhecimento para vinhos brancos e tintos, que determinam um tempo mínimo exigido em barricas de carvalho: Crianza, Reserva e Gran Reserva.

Essa região possui diferentes terroirs ao longo de sua extensão, possibilitando originar vinhos com características bem diferentes, mas de uma forma geral, os tintos de Rioja evoluem bem em garrafa, expressam muita elegância, são vinhos concentrados, complexos, destacam muita fruta e madeira.

Vinhos
Insensato DOCa Rioja Garnacha 2017
Inconsciente DOCa Rioja Tempranillo Blanco 2017
Parlanchin DOCa Rioja 2017
5 Oros Vendimia Seleccionada DOCa Rioja 2016

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Escrito por: Wine